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Resenha Gonzo: Hipster Hitler
OFF: Pois é, pessoal… aquilo que eu mais temia aconteceu! Depois de um ano e meio de atividade ininterrupta (com direito à longos períodos de publicação DIÁRIA), enfim chegou a minha “crise artística”!
Não estou mais conseguindo ter boas idéias para fazer minhas tirinhas… e mesmo quando eu tenho uma boa idéia, não consigo articulá-la direito nos quadrinhos. E mesmo quando eu consigo fazer isso… vem a encheção de saco! Vocês devem ter percebido isso nos últimos tempos. Quando eu comecei o blog, em 2009, eu postava uma tirinha por dia… às vezes mais de uma! Em 2010, foram publicações apenas nos dias úteis. Depois caiu para 3 a 2 por semana. E agora…
Tudo isso se reflete principalmente no fato de 2010 não ter sido um ano bom para mim. Meus freelas diminuiram (o que exigiu que eu aceitasse um emprego de bater-cartão que REALMENTE não está me alegrando…), minha irmã mais velha está com um terrível problema de saúde, minha insatisfação com meu traço atinge seu ápice, dívidas familiares aumentaram e, para cagar no final, perdi o show do Paul McCartney… enfim! Não vou ficar chorando demais as pitangas aqui, senão daqui a pouco vou confessar que eu sofria bulling na escola também!
Mas para não ficar tudo na deprê, posso dizer agora: nada temam! Eu AINDA irei produzir algumas tirinhas de vez em quando, assim que me der na telha. Mas para não deixar o blog juntando mosca, resolvi iniciar uma nova coluna: as RESENHAS GONZO!
Começando hoje com uma hq online: Hipster Hitler!
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O que é “Hipster”?
Se você não sabe o que é um “hipster’ e está com muita preguiça de pesquisar no google, eu explico: Hipster era um termo usado durante os anos de 1940′s para classificar um grupo de jovens que apreciava Jazz, frequentava clubes, fumava maconha, pagava um pau para arte moderna, escrevia poesias e livros cabeça. Basicamente os “inúteis” daquela geração. Totalmente contrários à imagem do jovem altruísta e patriótico que vai lutar na Segunda Guerra Mundial – e que se viria a se tornar o “Homem de Família” ideal da década de 50.
Avessos ao que era “popular” e “correto” na sociedade, os hipsters criaram um pequeno cosmo para eles: rodas de poesia, leitura de livros esquerdistas, shows de jazz Bebop e o princípio do “amor livre” faziam parte do seu cotidiano. Seriam eles que abririam caminho para os Beatniks e, posteriormente, os Rockabillies e Hippies. Os bisavôs diretos dos Indies dos nossos dias – de fato, os dois grupos são quase idênticos, tanto que o termo “hipster” foi resgatado e muitos Indies se consideram Hipsters, justamente porque “soa mais de vanguarda”!
Agora… o que aconteceria se Adolf Hitler tivesse sido um Hipster?!?
Isso não faz o MENOR sentido, pelo menos cronologicamente falando, mas… caramba! Não é que esta idéia bizarra rendeu uma hq bastante curiosa?
HIPSTER HITLER… a internet não tem mais o que inventar!

Descobri este site nas minhas andanças pelo cyberespaço. Esta webcomic, criada pelos misteriosos “JO” e “APK”, mostra uma hipótese bizarra: e se Hitler também tivesse se identificado com o movimento Hipster? E se ele agora usasse óculos de aros grossos, camisetas com frases jocosas, usasse franjinha estáile (ops, mas isso ele JÁ usava!), se tornasse um ecochato (isso ele também era…), tivesse alma artística (oh, isso ele TAMBÉM tinha!) e se ligasse no movimento “underground”?
O resultado é um pós-adolescente autocrático, que anda de bicicleta para economizar gasolina, curte arte de vanguarda (que, curiosamente, faz referências à epocas posteriores à década de 40), abomina a celebridade, escreve haikus e se preocupa excessivamente com a estética do movimento nazista. E o mais curioso é que quase chega a fazer sentido!
Desde jovem Adolf Hitler sempre pensou diferente dos demais. Tinha grandes pretenções artísticas, estava longe de ser um conformista, era vegetariano e à favor do direito dos animais – ideais bastante avançados para a época. Era um orador performático e um ator inato e carismático. Sim, era um racista motherfucker, e curiosamente o anti-semistimo era a coisa mais “parecida com os outros” que ele tinha – não podemos nos esquecer que o ódio aos judeus não era exclusividade da Alemanha naqueles tempos. O apelo estético também era muito importante para Hitler – assim como o é para os Indies de hoje (alias, o documentário ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO, de 1992, nos fala bastante deste lado mais “artístico” do nazismo).
Explorando estas pequenas brechas, as piadas hipsterescas parecem cair quase perfeitamente com a personalidade do Führer original, o que chega a ser assustador!
O site tem causado um grande burburinho net afora, também pudera! Estamos falando do homem mais conhecido do mundo – e também o mais odiado. Alguma notoriedade haveria de acontecer bem depressa. E os autores, que não são bobos nem nada, estão começando a lucrar com isso. Primeiramente, com a venda das curiosas camisetas que Hitler usa na webcomic – todas com uma frase irônica que mistura nazismo com cultura underground e roqueira.
O site existe desde agosto deste ano e conta com quase 30 historietas de uma página. O traço do autor é simplório, provavelmente feito com imagens de fotos contornadas, mas quem se importa?! É bom o suficiente para ilustrar o Hitler mais carismático que eu já vi (por mais errado que isso seja!), com direito à expessões e poses que o retratam como um indiezinho afetado perfeito!
Você pode ver as hqs desde o começo clicando AQUI. Estão todas em inglês, e algumas coisas engraçadinhas em alemão. Conhecer um pouco de História ajuda na hora de entender algumas piadas, então faça seu dever de casa! Não será difícil, uma vez que o que mais andam pipocando pelas bancas por aí são revistas de História – mais especificamente falando sobre a Segunda Guerra Mundial.
Vale a pena conferir! E, quem sabe, isto não seja o começo de uma onda de camisetas do Hitler… tal qual as do Mussum e do Seu Madruga!

Jornalistas também são sexy

Estava pensando sobre uma coisa que meu professor de Radio-Jornal disse certa vez, ainda no meu segundo ano de faculdade: “Jornalista só se casa com jornalista”.
Temos o Casal-Jornal-Nacional para melhor ilustrar isso, embora a esmagadora maioria dos pares de jornalistas (que, não duvido nada, devem ter apelidos como “Fátima” e “Bonner” na sua roda de amigos de trabalho) não tenha o mesmo glamour – nem a mesma conta bancária. Claro, deve ser difícil manter aquele ar robótico diante das câmeras logo depois de um quabra-pau familiar ou uma noite desastrosa, mas imagino que o que mais une aqueles dois seja a profissão em si – e isso deve valer para a grande maioria dos outros casais de jornalistas. Mais do que o amor, o que os unde deve ser o coleguismo e, muito provavelmente, a falta de opções.
É bastante lógico: as vissitudes da rotina de um profissional da mídia é algo que só outros comunicadores poderiam entender. Sem falar no modus operandi de uma pessoa que vive de informar e receber informação o tempo todo - e isso nem mesmo pessoas que trabalham em áreas semelhantes, como publicidade, conseguem assimilar. Jornalista só se casa com jornalista simplesmente porque só outro jornalista poderia compreende-lo(a).
O esposo não consegue entender porque sua mulher prefere fotografar acidentes na estrada ao invés dos próprios filhos nas férias. A esposa não consegue engolir que o marido REALMENTE precisou ficar até tarde na redação por causa da merda que deu no fechamento. O namorado fica frustrado ao perceber que seu par prefere mil vezes mais assistir ao filme (do qual irá fazer uma resenha depois) do que corresponder aos avanços amorosos. A namorada não aceita que seu garoto tenha que trabalhar em quase todos os fins de semana. O amante se apavora toda a vez que o seu caso faz insinuações maldosas na rádio depois da última brochada. A amante fica fula da vida ao perceber que seu encontro foi furado por causa do Plantão da Globo.
Eu não sei se meus colegas jornalistas concordam com isso, nem sei como anda a vida amorosa deles. Só sei que, dos que eu conheço, alguns estão de fato casados com outros jornalistas e uma boa parcela estão solteiros; ou naqueles famosos relacionamentos enrolados, espremidos entre as poucas horas de folga entre uma matéria e outra (quando não tem evento da prefeitura para cobrir, é claro!) e que nem dá para chamar de oficiais devido a pouca frequência de vezes que os pares se vêem. Claro, falo dos jornalistas com EMPREGO, pois os largados não têm tanta dificuldade em namorar uma arquiteta ou um torneiro mecânico.
Diga à todo mundo: ”Jornalistas também são sexy”. Somos esquisitos, é verdade, mas talvez este seja nosso principal sex-appeal. Além disso nós também temos muitas vantagens: vivemos de permutas de imprensa, acesso restrito para mídia e convites grátis para cinema e espetáculos. Somos corajosos à ponto de ignoramos vêementemente os “nada a declarar” e os “eu vou processá-lo!” ditos por personalidades irritadas. Temos acesso à câmeras espiãs que podem ser usadas pra flagrantes de corrupção ou para filmar as férias da família. Nós ganhamos press-kits maneiros. Nós temos crachás. Nós ignoramos a Lei Anti-Fumo e, muitas vezes, a proibição de entorpecentes dentro dos banheiros de redação.
Nós, jornalistas, somos fodas!
Para ilustrar o que eu digo eu fiz um desenho realístico do Editor, um dos personagens mais icônicos desta tirinha. Talvez muitos pensem que ele não é uma boa opção, pois o personagem não é o que se chamaria de gato, mas a verdadeira beleza de um jornalista está muito mais no seu exotismo do que na sua estampa aparentemente fugral.
Além do mais, namorar Estagiário ninguém merece!
Coluna #prontofalei
Eis uma coisa que eu queria saber:
Por que será que, hoje em dia, a maioria dos alunos de Jornalismo que consegue exercer a profissão depois de formados é composta sobretudo pelos alunos menos criativos, menos inovadores e mais mansos? Aquele que se limita a escrever usando cada cânone milimetrado da “pirâmide invertida”, que faz apenas as perguntas técnicas nas entrevistas, ou aquele que vira assessor de imprensa que repassa os pres-releases para o estagiário fazer (meio que numa vingancinha contra o que passou na sua própria época de estágio?).
Da minha classe de 50 alunos, pelo que eu soube, só uns 12 ou 10 estão excercendo a profissão (7 em assessorias…) e são curiosamente aqueles que não entendiam um catzo das aulas de história, nem porra nenhuma de antropologia. E pior! Os que ficaram de DP em Português.
Que jornalismo é esse, meu Deus?
Esta tirinha contém VERDADES

Homenagem – Glauco

Coluna da Autora – Psicopata
O que é um psicopata?
No livro “Mentes Perigosas”, da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, eles são descritos da seguinte maneira: são narcisistas e egocêntricos. Pensam muito e sentem pouco. Tomam decisões a partir de como podem ser beneficiados com prazer, auto-satisfação, poder, status e diversão. Facilmente se ofendem e tornam-se violentos, pois não suportam contrariedades.
Intolerantes ao tédio ou a situações rotineiras, os psicopatas buscam situações que possam mantê-los em um estado permanente de alta excitação. Por isso, evitam atividades que demandam grande concentração por longos períodos.
Inteligentes, manipuladores, especializados no assédio psicológico, sabem convencer os outros. Eles conhecem as fraquezas alheias, apesar de não serem capazes de sentir o que os outros sentem.
Quando terminei de ler isso, pensei: “Poucas pessoas me descreveram tão bem!”
Interessante saber que sou uma psicopata! Talvez eu ainda não tenha começado a guardar gente no porão porque não tenho porão… ainda não tenha começado a enterra minhas vítimas no jardim porque não tenho um jardim. Não tenha começado a matar pessoas porque ainda não sei como faria para me livrar dos corpos (na minha primeira coluna comentei que meu processador de alimentos tinha um bocal pequeno demais.) Droga de vida moderna!
No entanto, acho que todo mundo tem um pouco de “psicopata” dentro de si. Não muito, mas um pouquinho. Do contrário, como seria o mundo cheio de “pessoas normais”? Todos seríamos empáticos, faríamos caridades por compulsão e ajudaríamos velhinhas e criancinhas a atravessar a rua o tempo todo?
Um ideal humano utópico ao extremo. Se o mundo fosse perfeito assim, certamente não haveria a necessidade de jornalistas. Ou melhor, acho que SÓ os jornalistas seriam os psicopatas.
Coluna da Autora – FAQ
Lista das Perguntas Frequentes e suas respostas que deviam estar em TODO site de qualquer jornal:
1 – Qual a periodicidade do jornal?
R: Por culpa de vocês, pederastras ignorantes e famintos por notícias, é diário.
2 - Quantos cadernos tem o jornal?
R: Convenhamos, você realmente se importa com mais algum além do de ESPORTES?
3 - Como faço para adquirir a assinatura do jornal?
R: Uma pessoa incapaz de localizar as letras garrafais do SEJA ASSINANTE na nossa página será incapaz de entender sequer a seção infantil aos domingos.
4 – Gostaria de trabalhar com vocês. Qual o e-mail do RH?
R: Aventureiro dos infernos! Aproveitando-se do fato de não precisar mais de MTB para ser jornalista…
5 - Não gostei do que falou um dos colunistas. Como entro em contato com ele?
R: Deve haver um e-mail de contato pessoal se ele for narcisista o suficiente. Do contrário é porque ele está pouco se lixando para a opinião dos leitores.
6 – Onde mora o editor? Gostaria de jogar uma bomba pela janela da casa dele por ele ter difamado a minha boca aqui no morro!
R: Lhe enviarei um GPS grátis para você não se perder.
7 – Vocês são Chapa Branca?
R: Se você deseja ser um dos nossos patrocinadores, pintamos a chapa com as suas cores prediletas.
8 – Como faço para anunciar no seu jornal?
R: Envie-nos um email com o assunto “QUERO SUSTENTAR VOCÊS, SEUS PUTOS”.
9 – Encontrei X erros de ortografia e gramática em algumas matérias… vocês não aprenderam português?
R: Não, na faculdade nós comemos a professora de português para ela nos passar direto. Acredite, foi difícil…
10 – Tenho um livro e gostaria que vocês o divulgassem. Como devo proceder?
R: Pague-nos uma boa quantia e nós o elogiaremos o quanto quiser. Mas por favor, não nos envie o seu lixo pelo correio! Se você está procurando divulgação neste jornaleco então você não deve ser mesmo grande coisa…
11 – Porque vocês não liberam o conteúdo exclusivo do site para todos os usuários?
R: Que parte da palavra “exclusivo” você não entendeu, seu ignorante e pobre?
12 – A seção de Celebridades é muito pequena. Por que vocês não a ampliam?
R: Tá achando que isso aqui é o TV Fama?
13 – Quando vocês publicarão os resultados do ENEM?
R: Já passaram a gente para trás.
14 – Ouvi dizer que certos políticos corruptos estão censurando diversos jornais! Vocês também estão sob censura?
R: O quêêêêêêêêê?!? Nossos digníssimos senadores só tem contribuído com o incentivo à comunicação e à cultura! Na verdade nós é que estamos censurando eles, coitadinhos…
15 – Olá! Sou jornalista recém-formada e criei um blog de tirinhas que zoa com a vida dos jornalistas! Gostaria que vocês dessem uma olhada. Pode ser?
R: (*PASTA DE EXCLUÍDOS DIRETO…*)
Coluna da Autora
“…porque nem só de tirinhas se vive um blog!” Jussara, 18; 10
Estou há duas semanas sem computador.
Ficar tanto tempo sem este suporte físico para o mundo virtual é mais do que a tristeza de não poder ver seus sites pornográficos prediletos e baixar conteúdo ilegal. Significa a morte da vida social e profissional – como não tenho nenhuma das duas, não está tão ruim assim.
Vou me virando com o meu laptop podre que meu pai gentilmente doou à campanha “De um Notebook para a Pobre Jornalista com quem você Partilha vínculos Sanguíneos“. Cavalo dado não se olha os dentes, mas desconfio que o meu celular tem mais memória do que este aparelho que estou usando.
Seja como for, a vida sem a internet (e sem a minha pasta de yaois*) tem sido curiosamente mais produtiva. Joguei Beatles Rock Band na minha escola de inglês, e estou realmente pensando em quebrar o meu cofrinho e comprar um console da nova geração para jogar isso em casa. Eu estava economizando dinheiro para poder viajar para a Itália e passar uma temporada na casa do meu primo, que mora lá, e quem sabe arrumar algum emprego subalterno que sempre reservam para os estrangeiros latino-americanos. Turismo sexual, talvez…
Tirei dois dentes do ciso (os outros dois a caminho…), e minha cara evoluiu de tamanho para planeta-anão à gigante gasoso (mesmo porque, sem mastigar, tava só nos líquidos gelados, como refris). Por causa disso, perdi duas festas e uma churrascada maravilhosa… e sinceramente não sei se haverá outras como estas.
Estourou o cano de água do vizinho de cima, passei uma madrugada enxugando o apartamento inteiro, e peguei uma gripe por isso. Não seria tão ruim se a água não tivesse alcançado a caixa de areia dos meus gatos… com medo de molhar seus pezinhos, eles atenderam ao chamado da natureza em cima da cama da minha mãe.
Fui no cardiologista. Senti-me uma estranha naquele consultório cheio de gente idosa. Fiz eletrocardiograma (assustador!) e entreguei exames de sangue. Resultado: colesterol alto. Fiquei tão deprimida que na sequencia parei numa barraquinha e comi um pastel quatro queijos e tomei caldo de cana. Ei, eu precisava me animar!
Para finalizar, tirei as teias de aranha do meu velho fazedor de sucos e joguei lá dentro duas cenoras e quatro maçãs. Ótimo suco! Pena que o deleite do meu paladar foi interrompido quando minha CPU voltou para csa. Efusiva, deixei o copo de suco de lado e fui testar a máquina: veio com as entradas USB zoadas… nem o mouse eu estava conseguindo usar. Enquanto esperava o técnico voltar para a minha casa e levar a CPU de novo para consertar, fiquei pensando que o meu fazedor de suco era pequeno demais para sumir com um cadáver de técnico de informática inteiro (para ter uma idéia, eu precisei cortar as maçãs em até 5 pedaços).
Seja como for, minha CPU nova voltará hoje (estou escrevendo isso dia 15), assim espero! Mas por causa do hiato, hoje não tem nenhuma tirinha agendada, então resolvi enrolar escrevendo esta coluna com as minhas desaventuras. Gostei! Acho que vou continuar fazendo isso todos os domingos.
Espero que minhas desgraças tenham feito o seu dia parecer melhor. Amanhã as tirinhas voltam (eu espero!). Até a próxima.
*não, não vou explicar. Procura no Google, porra!
Estilo Caricato